- junho 09, 2017
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Homem nada em rio cinco dias após fazer tatuagem e morre com infecção
Ganhar uma tatuagem em qualquer lugar do corpo requer cuidados que devem ser respeitados com rigor. Principalmente nos primeiros dias. A área tatuada precisa estar limpa e protegida, poís é bastante suscetível a infecção por bactéria. Além disso, os banhos devem ser curtos e nada de praia ou piscina por um bom tempo.
Um artigo publicado na semana passada na revista "BMJ Case Reports", importante revista médica dos EUA, mostrou o outro lado, o de quem não segue com rigor as recomendações pós tatuagem.
O homem não identificado tinha 31 anos. Ele foi tatuado na perna direita com a ilustração de uma cruz e de mãos juntas rezando.
Cinco dias após receber o desenho religioso na perna, o americano, de origem hispânica, resolveu ir nadar no Golfo do México.
Depois de três dias, o homem foi internado no Parkland Memorial Hospital, em Dallas (Texas, EUA), com fortes dores nas pernas e nos pés.
"Em algumas horas, as coisas progrediram rapidamente", disse Nicholas Hendren, da University of Texas Southwestern, um dos autores da reportagem. "A perna (direita) começou a escurecer. Ele já estava no início da septicemia. Os rins já estavam com problemas. O quadro se agravou logo", acrescentou.
O paciente e a família não tinham noção de todos riscos de uma tatuagem. Quase dois meses depois, ele morreu.
ATENÇÃO: IMAGENS FORTES ABAIXO



- junho 09, 2017
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Ex-diretor do FBI acusa Casa Branca de 'mentir' sobre trama russa

O ex-diretor do FBI James Comey acusou o governo de Donald Trump, nesta quinta-feira (8), de espalhar mentiras e de praticar difamação em um depoimento dado no Senado americano, o qual pode ter consequências explosivas para a Casa Branca.
Em uma audiência de quase três horas na Comissão de Inteligência dessa Casa, Comey reafirmou que Trump lhe pediu para deixar em paz seu então conselheiro de Segurança Nacional, o general Michael Flynn. O assessor de Trump estava na mira de uma investigação do FBI sobre a ingerência da Rússia na eleição presidencial de 2016.
Comey reconheceu que Trump nunca lhe pediu para encerrar qualquer investigação sobre Moscou. Declarou, porém, que, quando o presidente lhe pediu para deixar Flynn tranquilo, interpretou isso como uma "ordem" de seu comandante em chefe.
No início da sessão, o presidente da Comissão, senador Richard Burr, perguntou diretamente: "em algum momento o presidente lhe pediu para interromper a investigação sobre a ingerência russa nas eleições em 2016?".
Comey deu uma resposta monossilábica: "não".
Sobre a investigação que conduzia naquele momento, Comey disse não ter dúvida de que a Rússia interveio nas eleições, mediante a invasão dos sistemas de computadores do Comitê Nacional do Partido Democrata. Ele admitiu, porém, que as informações que possuía não lhe permitiam afirmar que o resultado da eleição tenha sido manipulado.
Nesse contexto de forte pressão sobre a Presidência, Trump tentou se mostrar otimista.
"Vamos brigar e ganhar", garantiu Trump em uma reunião com governadores e prefeitos, enquanto Comey testemunhava no Senado.
Em declarações nesta quinta, Marc Kasowitz, advogado de Trump, rejeitou as partes comprometedoras do depoimento. Chegou, inclusive, a sinalizar com a possibilidade de processar o ex-diretor do FBI, depois que este admitiu ter vazado para a imprensa informações confidenciais sobre uma conversa com o presidente.
No Senado, Comey também reafirmou sua versão sobre as pressões feitas por Trump, mas disse que não lhe cabe definir se este fato constitui uma tentativa de obstrução à Justiça.
"Não acho que deva dizer se as conversas que tive com o presidente foram obstrução à Justiça. Foi uma coisa muito perturbadora, desconcertante", afirmou diante da Comissão de Inteligência do Senado.
Para o líder da minoria democrata no Senado, Chuck Schumer, as declarações de Comey são muito graves para serem minimizadas.
"A nuvem que se encontra em cima do governo se tornou, subitamente, mais escura. Poucas audiências na história do Congresso americano produziram o tipo de revelação que ouvimos nesta quinta", declarou.
Já o senador republicano Richard Burr comentou que a audiência com Comey "não é sequer algo próximo do fim das nossas investigações".
- Trump 'difamou' Comey ao FBI -
Nesta quinta-feira, Comey preferiu não reler seu depoimento divulgado por escrito, na véspera, antecipadamente.
Hoje, ele afirmou que decidiu começar a redigir memorandos internos de todos os seus contatos com Trump e que logo discutiu com um restrito círculo de subordinados no FBI.
No início de maio, Trump demitiu Comey, alegando que o FBI estava em uma situação caótica.
"Apesar de não ser necessário dar uma razão para demitir o diretor do FBI, o governo preferiu me difamar e, mais importante, o FBI, afirmando que a organização era uma desordem, malconduzida e que os agentes perderam a confiança em seu responsável", queixou-se Comey.
De acordo com o ex-diretor do FBI, "eram mentiras, pura e simplesmente".
Quase imediatamente, a porta-voz adjunta da Casa Branca, Sarah Huckabee, tentou minimizar o impacto da declaração.
"Posso afirmar, com segurança, que o presidente não é um mentiroso e, francamente, me sinto insultada pelo questionamento", respondeu.
Durante a sessão, dois senadores pressionaram Comey sobre as razões pelas quais não denunciou imediatamente que o presidente lhe fazia um pedido improcedente para a integridade de uma investigação do FBI.
"Não sei. Estava tão surpreso com a conversa que ouvi, e a única coisa que consegui pensar era [...] como responder. Por isso, escolhi minhas palavras cuidadosamente", relembrou.
Quando anunciou a demissão de Comey, em maio, Trump tuitou uma ameaça velada para que se mantivesse em silêncio, sugerindo que poderia ter gravações das conversas entre eles.
Nesta quinta-feira, Comey deixou claro que não se sentiu intimidado: "vi a mensagem no Twitter sobre as gravações. Eu espero que haja gravações".
Comey afirmou que discutiu com seus subordinados mais próximos a situação gerada pelas pressões de Trump e explicou que a cúpula do FBI não queria "contaminar" a equipe que fazia as investigações, comentando as pressões da Casa Branca.
"Não queríamos que os agentes soubessem o que o presidente havia pedido. Quando vem do presidente, tomo como uma instrução", disse o ex-funcionário perante o Senado.
Além disso, explicou que, depois de sua demissão, organizou os vazamentos para a imprensa de informações sobre seus encontros com Trump para provocar uma investigação independente.
"Pedi a um dos meus amigos que entregasse o conteúdo de minhas anotações a jornalistas. Não o fiz por conta própria por diferentes razões, mas o fiz porque acreditava que poderia provocar a nomeação de um procurador especial independente", alegou.
De fato, o ex-diretor do FBI Robert Mueller foi nomeado para esse função um dia após os vazamentos na imprensa.
- Sessão a portas fechadas
Hoje, Comey e os senadores da Comissão de Inteligência concordaram em fazer uma reunião a portas fechadas, para que o ex-diretor do FBI possa responder a outras questões que ficaram sem resposta na sessão aberta.
Essa Comissão realiza uma das várias investigações em curso sobre o papel da Rússia nas eleições do ano passado. A Comissão de Inteligência da Câmara de Representantes também investiga o caso em separado, assim como as comissões de Assuntos Jurídicos de ambas as Casas do Congresso, além do Comitê de Supervisão e Reforma de Governo.
Desse caso dependerá o futuro da administração de Donald Trump, que tem tido dificuldades para concretizar as reformas prometidas.
A popularidade do 45º presidente dos Estados Unidos estava nesta semana em um nível historicamente baixo, com apenas 38% de opiniões favoráveis, segundo o Gallup.
- junho 09, 2017
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Conservadores vencem eleição, mas perdem maioria no Reino Unido, diz boca de urna

DIOGO BERCITO - LONDRES, REINO UNIDO (FOLHAPRESS) - Os resultados de boca de urna indicam que o Partido Conservador venceu as eleições gerais britânicas desta quinta-feira (8), conquistando 48 cadeiras a mais que o rival, o Partido Trabalhista -arriscando a formação do próximo governo.
Os locais de votação fecharam às 22h (às 18h no horário de Brasília) e os primeiros números já foram publicados logo na sequência.
Mas a contagem oficial seguirá noite adentro, e alguns dos distritos só devem declarar os seus resultados durante a sexta-feira. O último deles, Berwick-upon-Tweed, no norte da Inglaterra, fará seu anúncio apenas ao meio-dia.
O Partido Conservador, da primeira-ministra, Theresa May, teve o equivalente a 314 assentos. Essa sigla tinha 330 cadeiras no Parlamento anterior -isso significa que May reduziu sua maioria no Parlamento.
Seu objetivo ao convocar as eleições antecipadas, em abril passado, era justamente engordar sua vantagem em relação ao Partido Trabalhista, que conquistou 266 assentos.
O Parlamento tem 650 vagas e as cadeiras são decididas por distrito.
Portanto, não correspondem diretamente às porcentagens de voto. Havia 46,9 milhões de eleitores registrados.
May, que assumiu o governo no ano passado no lugar de David Cameron, queria ter uma maioria ampla entre os legisladores para ter negociar o "brexit", a controversa saída britânica do Reino Unido, que deve ser concluída até meados de 2019.
A premiê defende um modelo duro, em que o país deixará o bloco econômico e também o mercado único, que congrega 500 milhões de consumidores europeus. Trabalhistas discordam disso.
O "brexit" foi um dos principais temas que motivaram eleitores, ao lado do sistema de saúde e da educação.
Mobilizados para eleger um Parlamento que impeça os planos conservadores de um "brexit duro", eleitores compilaram listas para o voto tático em diversos distritos do Reino Unido. As tabelas indicavam que partidos tinham maior chance de derrotar a sigla de May -a margem em alguns deles era de poucos milhares de votos.
Os partidos concentraram suas campanhas nesses assentos para reverter as pequenas diferenças. Entre eles, algumas regiões de Birmingham, Bristol e Oxford.
Os conservadores, em especial, se enfocaram no centro do país, onde pesquisas apontavam declínio no apoio dos trabalhistas. Eram disputadas também as vagas que o Ukip (Partido de Independência do Reino Unido, de direita ultranacionalista) deveria perder durante o pleito.
SEGURANÇA
As urnas haviam sido abertas às 7h locais (às 3h em Brasília). A primeira-ministra votou em Maidenhead, Berkshire, ao lado do marido -ela acenou a repórteres com um "olá" entusiasmado.
O líder trabalhista, Jeremy Corbyn, votou em Holloway, no norte de Londres, onde foi recebido com loas por eleitores. Sua campanha foi marcada por um intenso apoio popular, reunindo multidões nos discursos.
Em seu último comício, na capital, ele havia dito na véspera que mudou a maneira britânica de fazer política. "Já transformamos o debate e demos esperança às pessoas. Esperança de que as coisas não têm que ser assim. Que a desigualdade pode ser combatida. Que a austeridade pode ter fim", disse.
Sua campanha foi, em geral, mais bem avaliada do que a de sua rival. Ela se recusou a participar de um debate televisivo, por exemplo, no que foi interpretado por alguns eleitores como marca de sua distância.
"Me impactou o fato de ela ter se esquivado de aparições públicas", diz à Folha Stephen Phee, 34, que votou nos trabalhistas na região de Church Street.
Ele afirma que, dos temas debatidos desde abril, o de maior impacto no seu voto era a educação. "Se os conservadores vencerem, haverá ainda mais custos nas universidades."
Um dos carros-chefe de Corbyn era trazer de volta a gratuidade das matrículas, tornadas pagas pelos conservadores –que consideram a medida impraticável, com os recursos disponíveis.
As eleições foram realizadas sem incidentes. Havia um reforçado aparato policial, depois de uma série de graves atentados, incluindo uma ataque na ponte de Londres que deixou oito mortos e 48 feridos no sábado. Três terroristas atropelaram e esfaquearam clientes de um mercado na região.
Houve longas filas em cidades universitárias, como Oxford, no que foi entendido como um sinal de bom augúrio aos trabalhistas -jovens de 18 a 24 anos preferem esse partido, com vantagem de 19 pontos percentuais, portanto seu comparecimento pode ser decisivo.
IMPRENSA
Desgostosos com a cobertura de parte da imprensa tradicional, que manteve uma postura bastante agressiva em relação ao candidato trabalhista, eleitores fizeram seus protestos na internet.
Um dos mais divertidos era contra o "The Sun", cuja primeira página de quinta-feira fazia um trocadilho entre Corbyn e a palavra "bin", que significa lixeira em inglês. Britânicos publicaram suas fotografias jogando o jornal fora ou mostrando o dedo do meio para a edição.
Outra campanha, desta vez sem conotação política, era a já tradicional publicação de fotografias nas urnas ao lado de seus cachorros. O jornal britânico "Guardian" compilava as melhores produções -com o destaque ao eleitor alternativo que levou uma chinchila para o voto.
Circulavam também imagens de urnas inusitadas, como aquela dentro de um vagão de trem em Yorkshire, ou um moinho de vento em uma região não identificada.
- junho 09, 2017
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Ministros fazem acordo e resultado de julgamento da chapa Dilma-Temer sai amanhã

O resultado do julgamento da ação que pede a cassação da chapa Dilma Temer da eleição de 2014 será conhecido amanhã (9). Hoje (8), após intervalo da sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o ministro Luiz Fux disse que houve um acordo para que o relator, ministro Herman Benjamin, termine a apresentação de seu voto esta noite, e amanhã os demais inegrantes da Corte votem.
“Estabelecemos um calendário em nível bem flexível que o ministro Herman tomará toda a sessão até as 21h para concluir o voto dele e nós disporemos de vinte minutos cada um para expor os pontos de vista e os senhores [advogados] terão o veredicto amanhã”, disse Fux enquanto presidia momentaneamente a sessão na ausência do presidente do tribunal, ministro Gilmar Mendes.
A expectativa era que o julgamento se estendesse até o fim de semana. Ontem, Gilmar Mendes convocou sessões extras para análise do caso, inclusive para o sábado (10). Com o acordo entre os ministros, o julgamento deve ser finalizado nesta sexta-feira.
Após o voto do relator, deverão votar os ministros Napoleão Nunes Maia, Admar Gonzaga, Tarcisio Vieira, Rosa Weber, Luiz Fux, e o presidente do tribunal, Gilmar Mendes.
Esta tarde, em seu voto, o relator disse que há provas de que a chapa Dilma-Temer praticou abuso de pode político e econômico na eleição presidencial de 2014. Benjamin, no entanto, ponderou que os crimes atribuídos à chapa vencedora também foram praticados por outros partidos. “Não se pense por um segundo que isso que tratamos aqui foi criação desses partidos alvos da ação [PT e PMDB] ou se tratou de anomalia deles, mas permitiu-lhes desequilibrar a balança. Talvez não em relação aos autores [PSDB], sabemos agora, mas a outros candidatos que concorriam em completa desigualdade.”
- junho 09, 2017
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TRF nega pedido da defesa de Lula e critica banalização de habeas corpus

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), negou pedido da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para realização de diligências para produção de novas provas no processo que acusa o petista pelos crimes lavagem de dinheiro e ocultação de bens, nos quais ele teria recebido valores indevidos de empreiteiras. Gebran Neto também negou o pedido de suspensão da ação penal relacionada ao caso do triplex no Guarujá.
Ele ressaltou que a decisão de avaliar a necessidade de novas diligências cabe ao juiz de primeira instância, neste caso, Sérgio Moro. “Cabe ao julgador aferir quais são as provas desnecessárias para a formação de seu convencimento, de modo que não há ilegalidade no indeferimento fundamentado das cópias que a defesa pretendia, notadamente se impertinentes à apuração da verdade”.
Além de negar o pedido, o desembargador teceu críticas ao expediente utilizado pela defesa do ex-presidente, que impetrou um habeas corpus, comumente utilizado para pedir a liberdade de acusados. “A impetração de habeas corpus destina-se a corrigir eventual ilegalidade praticada no curso do processo, sobretudo quando houver risco ao direito de ir e vir do investigado ou réu”. O desembargador recomendou ainda que o recurso do habeas corpus não seja banalizado.
“Embora pareça excesso de rigor, impera a necessidade de melhor otimizar o uso do habeas corpus, sobretudo por se tratar de processo afeto à Operação Lava-Jato, com mais de 400 impetrações, boa parte delas discutindo matérias absolutamente estranhas ao incidente. A par disso, a jurisprudência do tribunal tem sido flexível em alguns casos - porque não dizer tolerante - de impetrações sem afeição com o direito à liberdade”.
Em nota, o advogado de Lula, Cristiano Zanin Martins, afirma que a produção de novas provas são importantes “para deixar claro que o ex-presidente não foi beneficiado, direta ou indiretamente, por qualquer valor proveniente da Petrobras e tampouco recebeu a propriedade do tríplex”. Zanin também justificou o grande número de pedidos de habeas corpus com o que ele chamou de “sistemática violação de garantias e direitos de Lula” por parte de Sérgio Moro.
“A ideia de restrição do habeas corpus não é compatível com a Constituição Federal e não pode ser aplicada pelos tribunais", completou.
- junho 09, 2017
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'Quem disse que sou contra o desembarque?', diz Alckmin sobre governo Temer

ARTUR RODRIGUES
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governador Geraldo Alckmin (PSDB) indicou nesta terça-feira (6) não ser contrário ao desembarque tucano do governo do presidente Michel Temer (PMDB), mas pediu paciência ao partido.
Durante evento da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), ele afirmou ser importante aguardar antes o julgamento da chapa Dilma-Temer pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que recomeça nesta terça (6). Defendeu também união e responsabilidade por parte do PSDB ao tomar decisão sobre o tema.
Questionado sobre a opinião de aliados mais jovens que pedem desembarque imediato, disse: "Quem disse que eu sou contra o desembarque? Se você pegar as minhas declarações lá atrás eu disse que o partido deveria apoiar o governo, as medidas de interesse para o país, sem necessariamente participar com ministro".
Na sexta (2) à noite, o governador se encontrou com Michel Temer para reafirmar seu apoio ao governo e às reformas.
Na segunda (5), porém, não foi à reunião do diretório estadual do PSDB para discutir o apoio ao governo Temer.
Alckmin voltou a afirmar que o compromisso do partido são as reformas e criticou medidas populistas.
"O importante é que o PSDB vai dar apoio a todas as medidas de crescimento econômico.É isso que é importante, o nosso compromisso com o Brasil, com as reformas, com a retomada do emprego", afirmou.
- junho 06, 2017
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Alex Silva sonha com volta ao Atlético-MG após empréstimos
De volta ao Atlético-MG após empréstimo para o América, o lateral-direito Alex Silva vive a expectativa de voltar a vestir a camisa alvinegra no jogo contra o Palmeiras, neste domingo, em São Paulo, pelo Brasileirão.
“Voltei por uma infelicidade do Carlos César, que teve uma lesão e, agora, aconteceu a mesma coisa com o Marcos Rocha. Fiquei feliz por ter voltado, mas triste por eles terem machucado. Cheguei, estou trabalhando, fazendo a minha parte e, se ele me colocar no jogo, vou dar o meu máximo para ajudar”, disse o lateral.
“Todo jogo do Brasileiro é difícil, ainda mais contra o Palmeiras. Já joguei contra eles lá dentro, sei da dificuldade, mas temos condições de chegar lá e buscar os três pontos. Não vai ser fácil, mas se a gente der o máximo e se mantiver concentrado, a gente consegue”, acrescentou Alex Silva.
O jogador foi confirmado pelo técnico Roger Machado na equipe que enfrentará o Palmeiras, neste domingo, em São Paulo.
“Antes de uma improvisação, a gente buscou o retorno do Alex justamente para suprir a ausência do Carlos César, que havia machucado no jogo contra o Flamengo. Então, é a minha primeira opção, muito embora o Yago tenha nos ajudado em dois momentos. Também temos a ausência de um volante, que é o Adilson, então, em um primeiro momento, o Alex vai ser o substituto”, comentou o treinador.
- junho 06, 2017
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